Quinta-feira, 11 de Maio de 2006

Morrer de Amor

MORRER DE AMOR

 

Sinto inveja,

De quem passa...

Agarrados, se beijando.

 

Nos teus olhos,

Escuros,

Profundos de olhar,

Me perdi.

 

E me perco, no teu olhar.

 

Quis perpetuar,

Tudo!

E tudo perdi.

 

Sinto o teu perfume,

No ar, que passa.

 

Cabelos negros, ao vento,

Bailam com meus pensamentos.

 

E na noite escura,

Sem lua,

Imagino-te nua...

De sentimentos.

 

No meu olhar vago,

Que passa pela tua face,

Recordo...

A pele macia, que em tempos acariciei.

 

Os momentos, apaixonados

Que vibrei,

São meras imagens

Que recordo.

Em momentos difíceis,

Por que passo.  

 

Saudades...Saudades...

Do tempo passado.

De amar.

De noites de luar,

De te beijar...

Enfim...

De morrer de amor.

 

 14/02/2006

publicado por Augusto P.Gil às 14:27
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