Quarta-feira, 26 de Julho de 2006

Tarde Cinzenta

TARDE CINZENTA
 
Hoje, senti
Que passavas por mim.
Talvez, não tenhas reparado
Ou talvez não
tenhas passado.

No céu em tons de cinzento
E de preto,
Os teus cabelos esvoaçavam
Ao vento.
 
Na aragem que soprava
Quente e adocicada
Cheirei o teu perfume
De mulher amada.
 
Por onde andas?
Por onde passas?
Que não te vejo.
E apenas te sinto
Em pensamentos
Que lanço ao vento.
 
Nesta tarde cinzenta
Onde a chuva cai
Apenas o pensamento
Sai.
 
Oiço a tua voz
No vento
Que passa
Em bafos
Sussurrados
Que me alimentam
E me matam
Todo este amor
Que por ti, alimento.
 
Passam, por mim
Folhas,
que se desprendem
Em beijos fugidios,
De desejos loucos,
Que morrem aos poucos
De saudades.
 
Hoje,
Talvez, não tenhas passado por mim
Fui eu que passei por ti,
apenas em pensamentos.

Publicado em 19-07-0

 

publicado por Augusto P.Gil às 18:08
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