Quarta-feira, 10 de Maio de 2006

Mãe

VanGogh - Pietá

 

 Mãe

 

É demasiado sentido
Para sentir,
Ao escrever.
Sinto na minha alma, no meu peito
Todo o amor que por ti tenho,
Mãe.
Mesmo velhinha te recordo,
Como a mais linda.
 
Do teu ventre brotei,
Como flor da terra, numa manhã de verão
Não sei se foi de manhã ou
À tardinha,
Sei apenas que nasci.
Num dia de verão
Quis Deus que fosses minha mãe.
 
Do teu ventre brotei
No teu regaço me protejo,
No teu peito procuro consolo.
E num mundo de caos
Nos teus braços me conforto,
Mãe.
 
As lagrimas que derramas-te,
Para me criar,
Derramo agora eu...
 
Que saudades tenho,
De ser pequenino,
Mãe,
Para em ti me proteger.
 
Mesmo, quando asneiras fazia,
O teu sorriso acolhedor,
Me compreendia,
E palavras de ternura,
Me dizias.
 
Agora, homem
Apenas, recordo...Mãe.

publicado por Augusto P.Gil às 17:12
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1 comentário:
De Augusto P.Gil a 16 de Maio de 2006 às 10:33
Este poema foi dedicado á minha mãe. Não foi o primeiro, mas tambem não há-de ser o ultimo.

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